me da colo, carinho, cama, café?
to num estado sozinho, frio, precisando de alguém.
um caminho pronto, com certeza de algo além de solidão, de querer acreditar em muito mais do que apenas ser um, entende..
me pego pensando no mistério da vida e dele nunca quis entender. acho lindo assim. viver os momentos.. mas sabe, as vezes do que eu queria era apenas a certeza de que vai dar certo.. mas dessa ninguém tem. eu sei.
por isso me da companhia, colo, café. seca algumas lágrimas que por um descuido certo caíram de mim. não é tristeza.. nem medo, não, não, nem alegria também. é um tipo novo de algo que precisa apenas ser compartilhado.
nessas horas não quero casa. eu ando, ando, ando, e nisso eu penso, penso, penso e de pensar tanto eu choro, e de tanto chorar eu penso mais. Me tira desse ciclo sem fim..
as mais pedidas
terça-feira, 10 de setembro de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
nem sei dessa coisa toda
Eu to relacionando músicas à pessoas, algo que eu sempre fui tão contra. Eu to fazendo de momentos uma eternidade, de tanto que to gostando. Tenho retribuído carinho.
Até quando?
Cade o lado egoísta que sempre me deixou mais sozinha comigo mesma?
Cade a falta de consideração e o olhar fixo no 'em frente'?
Onde foi parar a alegria de passar sem deixar marcas, de seguir sorrindo e acenando e deixando realmente passar?
Cade o meu lado que se auto sustenta?
Quando vou dizer novamente que não preciso? Que a vida basta ser. Apenas. Ser. Um.
Até quando?
Cade o lado egoísta que sempre me deixou mais sozinha comigo mesma?
Cade a falta de consideração e o olhar fixo no 'em frente'?
Onde foi parar a alegria de passar sem deixar marcas, de seguir sorrindo e acenando e deixando realmente passar?
Cade o meu lado que se auto sustenta?
Quando vou dizer novamente que não preciso? Que a vida basta ser. Apenas. Ser. Um.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
não temos mais
Escrever histórias é difícil, porque é difícil sair de você, ocupa um espaço muito infinito saber sobre o que se sente, o que se quer, da trabalho existir.
Sabemos de tantas coisas..
Sabemos do que tentamos, do que olhamos, comemos, nos entristecemos, das vontades, do que é possível, do momento, da dor, das dúvidas, do tempo, das dúvidas do tempo.
Nos ocupamos do que sabemos querer mas falta coragem.
Das alegrias que não tivemos, de alguns fracassos, mas só de alguns.
Lembramos das palavras não ditas e que ecoam na lembrança.
Lembro daquele beijo, procurando respostas.
Porque você nunca disse? Eu sentia falta, sempre esperei ouvir de você o que você guardava e escondia e fazia como se não sentisse falta. Dai teve um dia que você resolveu falar, pela vida ter te encostado na parede e você se ver quase perdido, precisando de tomar decisões drásticas.
Mas aí, aí já era tarde, um tempo que eu descobri por conta própria que outros ângulos podiam trazer outras visões, outras partes de um quebra cabeça chamado vida, e que eu queria experimentar e ver como era, ver se realmente podiam se encaixar.
E assim cada um toma seu rumo, por termos os mesmos argumentos explicados de formas diferentes, em tempo contados por diferentes relógios.
Mas ainda tenho meu café, hoje quente, pelo frio que a noite não espantou, pela falta do seu abraço, por um quase vazio, por um quase amor.
Sabemos de tantas coisas..
Sabemos do que tentamos, do que olhamos, comemos, nos entristecemos, das vontades, do que é possível, do momento, da dor, das dúvidas, do tempo, das dúvidas do tempo.
Nos ocupamos do que sabemos querer mas falta coragem.
Das alegrias que não tivemos, de alguns fracassos, mas só de alguns.
Lembramos das palavras não ditas e que ecoam na lembrança.
Lembro daquele beijo, procurando respostas.
Porque você nunca disse? Eu sentia falta, sempre esperei ouvir de você o que você guardava e escondia e fazia como se não sentisse falta. Dai teve um dia que você resolveu falar, pela vida ter te encostado na parede e você se ver quase perdido, precisando de tomar decisões drásticas.
Mas aí, aí já era tarde, um tempo que eu descobri por conta própria que outros ângulos podiam trazer outras visões, outras partes de um quebra cabeça chamado vida, e que eu queria experimentar e ver como era, ver se realmente podiam se encaixar.
E assim cada um toma seu rumo, por termos os mesmos argumentos explicados de formas diferentes, em tempo contados por diferentes relógios.
Mas ainda tenho meu café, hoje quente, pelo frio que a noite não espantou, pela falta do seu abraço, por um quase vazio, por um quase amor.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Come down and waste away with me, down with me...
Slow how, you wanted it to be,
I'm over my head, out of her head she sang.
And I wonder when I sing along with you,
If everything could ever feel this real forever.
If anything could ever be this good again,
The only thing I'll ever ask of you.
You gotta promise not to stop when I say when.
She sang.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
quem dera se desse,
queria poder te comparar a alguma música que eu gosto muito, que sei a letra toda, que fico feliz sempre que escuto, mas que quando acaba tem a opção de voltar e escutar tudo de novo e de não dizer adeus.
nunca
nunca
domingo, 28 de abril de 2013
Compare-me a um ovo,
compare-me a algo controverso.
Tenha-me nas mãos, e em um estalar de dedos fora delas.
Goste até o último fio de cabelo, prove até a última gota.
Odeie ao sair, mate no pensamento.
Ame antes de dormir.
Durma pensando.
Acorde sorrindo.
Se queixe por ser assim,
mas ame.
Ame.
Amo.
"Porque a inconsciência é o fundamental da vida. O coração, se pudesse pensar, pararia."
Fernando Pessoa
Tenha-me nas mãos, e em um estalar de dedos fora delas.
Goste até o último fio de cabelo, prove até a última gota.
Odeie ao sair, mate no pensamento.
Ame antes de dormir.
Durma pensando.
Acorde sorrindo.
Se queixe por ser assim,
mas ame.
Ame.
Amo.
"Porque a inconsciência é o fundamental da vida. O coração, se pudesse pensar, pararia."
Fernando Pessoa
sábado, 20 de abril de 2013
Não sei falar de amor,
não sei dessas coisas que a gente decide quando estamos em lugares barulhentos com gelos dentro de um copo com alguma bebida bem fria te congelando o cérebro, impedindo de pensar;
Que quando vê já aconteceu, será que dura? pergunta idiota.
Dura o necessário? pergunta idiota 2.
Deixa estar.
Daqueles inteiros que não se tem controle nenhum, e quando tomamos por completo se quebram assim ó, sem deixar explicações, porque temos os mesmos argumentos, explicados de formas diferentes.
Mais incrível é gostar do desequilíbrio de viver um amor, que apostamos de olhos fechados, com caras de espanto, perplexos pela facilidade de dizer 'sim'.
alguém, alguém devia ter avisado em letras grandes que amar é absurdo, que ninguém em estado normal arrisca assim, e digo que não existem pessoas incríveis, existe eu e você, que fazemos parte do que pra muitos se chama mundo, e que eu chamo de 'por um acaso aqui e te encontrei', vasto assim, como se não quisesse, mas certa que estou em um lugar que deveria estar.
amor é algo que se desliga o cérebro pra cair de mãos atadas, de corpo, cego, pensando com sentimentos, que o todo é bem maior que a simples soma das duas partes, eu e você.
Deveria ser fácil -é o que dizem- deveria ser fácil com você, por ser quem euacho que conheço, quem tem o jeito certo na hora errada e que eu rio desse desajeito que você é comigo, por ser simples e inacreditavelmente bom -é o que eu digo- mas, quem sabe? É fácil até alguém querer começar de novo.
Sei que amar é fascinante além de absurdo, é descobrir coisas que jamais se imagina ser possívelse é que tudo não se passa de ilusão, que se achamos o caminho entre o fogo pode vir a ser uma relação de trocas, de histórias felizes, que da vontade de fazer tudo pau-sa-da-men-te para não perder nada: sorrisos, gestos, timidez... sei que te amo, serve? por mais que eu tenha que me segurar para ao mesmo tempo te desprezar, fingir que não preciso.
E quando me vejo assim, perdida, sonhando acordada e rindo atoa, choro, e penso que chorar venha ser o estado de mais perfeito equilíbrio no meio desse desequilíbrio que é amar, é quando eu sei, por pouco tempo que seja, qual meu verdadeiro sentimento, que uma ponta de preocupação passa como um relâmpago, e me mostra que eu me preocupo de verdade, que se alguma coisa acontecer vou me sentir faltando uma parte que hoje me faz tão bem, sendo que me sentir bem é coisa rara. Eu me preocupo por tudo passar tão rápido, por enxergar dentro de mim que grande parte já é dele.
No final das contas a gente sabe que vale a pena, apostas, jogadas, sorrisos, caretas, agarros, silêncios, não me arrependo de ser assim não.
De cafés quentes eu não sei, de cobertores e músicas românticas e sentimentos (o que inclui você) eu também não sei, porque eu não sei falar de amor.
Que quando vê já aconteceu, será que dura? pergunta idiota.
Dura o necessário? pergunta idiota 2.
Deixa estar.
Daqueles inteiros que não se tem controle nenhum, e quando tomamos por completo se quebram assim ó, sem deixar explicações, porque temos os mesmos argumentos, explicados de formas diferentes.
Mais incrível é gostar do desequilíbrio de viver um amor, que apostamos de olhos fechados, com caras de espanto, perplexos pela facilidade de dizer 'sim'.
alguém, alguém devia ter avisado em letras grandes que amar é absurdo, que ninguém em estado normal arrisca assim, e digo que não existem pessoas incríveis, existe eu e você, que fazemos parte do que pra muitos se chama mundo, e que eu chamo de 'por um acaso aqui e te encontrei', vasto assim, como se não quisesse, mas certa que estou em um lugar que deveria estar.
amor é algo que se desliga o cérebro pra cair de mãos atadas, de corpo, cego, pensando com sentimentos, que o todo é bem maior que a simples soma das duas partes, eu e você.
Deveria ser fácil -é o que dizem- deveria ser fácil com você, por ser quem eu
Sei que amar é fascinante além de absurdo, é descobrir coisas que jamais se imagina ser possível
E quando me vejo assim, perdida, sonhando acordada e rindo atoa, choro, e penso que chorar venha ser o estado de mais perfeito equilíbrio no meio desse desequilíbrio que é amar, é quando eu sei, por pouco tempo que seja, qual meu verdadeiro sentimento, que uma ponta de preocupação passa como um relâmpago, e me mostra que eu me preocupo de verdade, que se alguma coisa acontecer vou me sentir faltando uma parte que hoje me faz tão bem, sendo que me sentir bem é coisa rara. Eu me preocupo por tudo passar tão rápido, por enxergar dentro de mim que grande parte já é dele.
No final das contas a gente sabe que vale a pena, apostas, jogadas, sorrisos, caretas, agarros, silêncios, não me arrependo de ser assim não.
De cafés quentes eu não sei, de cobertores e músicas românticas e sentimentos (o que inclui você) eu também não sei, porque eu não sei falar de amor.
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